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Quinta-feira, 12 de Abril de 2007

ALIMENTAÇÃO E OBESIDADE

Durante muito tempo o obeso foi considerado por todos como o grande culpado pelo seu excesso de peso. Através de falta de vontade, de gula, de falta de controlo, impassibilidade e outros atributos pouco honrosos, acreditava-se que o gordo era o único responsável absoluto pela sua obesidade.

 Esta é o acumulo excessivo e patológico de gordura (molécula de triacilglicerídeo)  no organismo acima de 15% do peso considerado óptimo e que se observa através da comparação entre peso e altura, utilizando um padrão IMC, Índice de Massa Corpórea.

O IMC normal vai de 18 a 24,9 Kg/m, existe obesidade de grau I, II e grau III (chamada de obesidade mórbida).

Mas, qualquer que seja o parâmetro ou a definição empregada, não já como separar o termo obesidade de excesso de gordura corporal.

Sempre que houver uma ingestão de calorias (dos alimentos) maior que o gasto energético, haverá um armazenar de calorias na forma de gordura. A energia calórica que adquirimos nos alimentos vem de três tipos de nutrientes: as proteínas, as gorduras e os carboidratos. Mas a quantidade de calorias que um individuo necessita varia tendo em conta factores como a idade, o sexo e a actividade física. O corpo humano armazena exageradamente as calorias extras que não são essenciais nas células do panículo adiposo (tecido subcutâneo constituído por lóbulos de gordura). Não esquecendo que o que mais engorda são as gorduras e não o açúcar como por vezes se pensa.

Entre as causas prováveis da obesidade, o homem de hoje com o seu estilo de vida sedentário, não precisa de se esforçar fisicamente e isso diminui o gasto de energia na forma de calorias; a industrialização dos alimentos (ricos em carboidratos  e gorduras polinsaturadas) modificou o padrão alimentar; o hábito da alimentação rápida (fast-food) aumentou a oferta de alimentos extremamente calóricos na dieta; aspectos culturais e comportamentais do indivíduo, ganho de peso após o casamento e com o envelhecimento; as facilidades da vida moderna (automóveis, elevadores, controlos remotos, …); mulheres com cintura além dos 86 centímetros são mais susceptíveis de desenvolver cancro do útero, ou que engordaram mais de 20 quilos desde os seus 20 anos; algumas doenças com distúrbios endócrinos como o hipotireoidismo e a síndrome de Cushing, em que se revela o aumento da produção de hormonas pela glândula supra-renal e alguns outros desequilíbrios hormonais, mas significam menos de 2% dos casos de obesidade; a genética também já provou haver associação entre a obesidade e a hereditariedade.

O excesso de gordura repercute-se de forma negativa em todos os sistemas do organismo: causa doenças graves como a diabetes, os problemas respiratórios, devido à pressão que o acumulo de gordura no abdómen exerce não só sobre a cavidade abdominal como sobre a caixa torácica, dificultando a respiração; também os ossos e os músculos, são afectados pelo esforço adicional exigido para suportar o excesso de peso; influencia no funcionamento do sistema cardiovascular, elevados níveis de gordura no sangue se depositam nas artérias dificultando a irrigação sanguínea, tornando os vasos rígidos, que por sua vez elevam a pressão arterial; causa um intenso desgaste do coração ao impulsionar o sangue através dos vasos sanguíneos cada vez mais estreitos e rígidos.

Segundo um estudo efectuado pela Organização Mundial de Saúde, cerca de 300 milhões de pessoas actualmente são obesas. A obesidade também é considerada um problema de natureza estética e psicológica, além de ser um grande risco de saúde. Mas a tendência social para com os indivíduos obesos é de preconceito desumano: a discriminação estética, considerá-los pessoas sem força de vontade e preguiçosos.

A obesidade hoje já é considerada uma doença, tipo crónica, que provoca ou acelera o desenvolvimento de muitas doenças e que causa a morte precoce.

No tratamento já se usam, os medicamentos com acção sobre o apetite que actuam sobre neurotransmissores como dopamina ou serotonina, como é o caso dos anorexígenos ou, dos estimulantes da saciedade como a sibutramina; também se utiliza a famosa “banda gástrica” nos casos de obesidade mais graves.

A melhor solução a adoptar é levar uma vida saudável, com uma boa alimentação (poucas gorduras e com menos açúcar); evite o consumo de álcool e refrigerantes e beba água; 30 minutos de exercício físico por dia e vida ao ar livre, com pouca tv pelo meio.

 

 

publicado por Dreamfinder às 12:56

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2 comentários:
De BRUNA a 14 de Julho de 2009 às 14:55
Não é que a gordura "engorde" mais do que os açúcares, embora tenha um valor energético maior. Não nos podemos esquecer que as gorduras podem ser síntetisadas a partir do excesso de glicogénio no fígado e daí a ficarem acumuladas no tecido adiposo é um saltinho. Temos que fazer compreender é que não há nutrientes nem bons nem maus, todos são necessários, mas a escolha e dosagem certa entre os tipos de gordura (preferir os polinsaturados dos peixes e azeite aos saturados dos bolos), os tipos de açúcares (preferir os complexos das massas em vez dos simples dos doces) e os tipos de proteínas já são passos mais importantes.
O melhor é realmente apostar na prevenção e isso passa muito pelo nosso trabalho enquanto profissionais de saúde - temos que apostar menos na teoria e abordar os pacientes mais pela prática, nos casos de Obesidade.
De Anónimo a 23 de Outubro de 2012 às 17:54
este texto tem muito erro de português

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